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domingo, 27 de abril de 2014

Naquela tarde no shopping...


Naquela tarde no shopping...

Ele estava distraído olhando o nada, pensava no carro para arrumar, no cheque para ser descontado, numa coisa qualquer. Era a sua folga, e estava ali apenas para dar uma volta um descanso nas coisas do dia a dia. 
http://migre.me/sH9YJ

Ela estava apresada para voltar do almoço, foi comprar um presente para o aniversário da amiga.  E teria que comer alguma coisa. Não tinha tempo para mais nada em sua vida.  E foi pelo shopping atrás de uma comida rápida e barata.

Ele que olhava para o nada, viu a sua presa.

Ela nem o viu.

Ele viu as suas pernas, depois os seus braços suavemente deslizando mesmo com algumas compras em mãos.

Ela olhou para o seu relógio e demonstrou preocupação com a hora que ia passando.

Ele viu que mesmo quando o seu rosto parecia aflito mantinha-se suave e lindo.  Sentiu vontade de ouvir a sua voz. Como seria a sua voz?

Ela se aproximou de uma comida rápida, e pediu um MIX. Hambúrguer, bacons, tomate, ovo, e contra filé na manteiga com pão francês e um guaraná Antártica para beber.

Ele gostou do que viu, ela parecia não temer nada nem mesmo uma alimentação daquelas. E ao se sentar esperando o seu lanche, ele a viu elegante e feminina, como nunca havia reparado em mulher alguma.

Ela, cuidadosamente pegou o sanduiche e deu uma leve mordida.

Ele sorriu.

Ela tomou o guaraná e enxugou o canto da boca com o guardanapo.

Centena de mulheres já havia feito o mesmo, mas nunca alguém que havia o encantado como ela.

Ela olhou para o seu relógio novamente, não daria para terminar de comer. Levantou-se.

Ele ficou triste.

Ela então olhou para ele.

Ele mostrou em seus olhos

O que ela entendeu logo ser seu também.

Amor à primeira vista.

Ela sorriu

Ele se aproximou.

Oi meu nome é Claudio.

Oi o meu é Beatriz.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Porque não nos conhecemos!

Andando pelas ruas amargas de uma cidade cinza, Laura encontrou o seu olhar. Um olhar que a observou de relance, assim de canto de olhos, mas observou firme com toda a verdade que dispunha em sua vida para aquele momento.

Laura tentou entender aquela verdade, fixou os seus olhos naqueles olhos que a observava e com certa coragem que sentiu desperta dentro de si sorriu.  Ele então sorriu em resposta.
E ao sorriram um para o outro acenderam as cores na cidade cinza. Ele com prazer aproximou-se sem medo.
-Está procurando algo em especial? -  perguntou com voz doce.
- Não, não! apenas estou passeando. Espairando os sentimentos!
- Prazer, me chamo Léo.
- Laura.
-Ah! Dois Ls.
Laura sorriu.
- Aceita um café? -  perguntou Ele.
Ela que não gostava de café aceitou.

E em suas palavras trocadas as ruas amargas ficaram doces.
Entraram  na cafeteria. Sentaram-se um frente ao outro. Pediram café.
-Você mora aqui próximo! - perguntou Ela.
Ele sorriu, olhando brevemente para o mundo lá fora.
- Não, estou apenas passando!
- Desculpa! Eu acho que você não gostou muito da pergunta!
Ele silenciou-se.  Depois olhou para ela com a mesma verdade em seus olhos.
- Não! Não gostei!
Ela desfez o seu sorriso. O café chegou. Mexeram o açúcar e mantiveram o silêncio.
-Eu não queria  que se chateasse com essa minha conduta.
- Eu é que não queria te chatear com uma pergunta...
-É que eu pensei que você fosse diferente..
- Diferente?
- Eu quando olhei para você assim no acaso, vindo tão linda e descontraída, senti que uma verdade de carater  existia em você.
- E agora pensa  contrário!
- Quando você me perguntou onde eu morava!
-É apenas uma pergunta corriqueira! Não acha?
-Não, não acho!
- Como?
-Perguntar onde eu moro é típico de quem pensa em coisas, não em seres! Você mora onde? Se mora tem casa, se tem casa tem dinheiro e...
- Para! Eu entendi! E sabe de uma coisa eu odeio café!
- Sério!
- Sim! Só aceitei porque ao te ver senti uma verdade um carater que não sei de onde vinha, mas estava em seu olhos.
- E não acha mais?
- Todos os caras sempre me convidam porque sou bonita e gostosa. Ai dizem, vamos tomar um chopp? Tem namorado? Cheios de tantas máintenções. Ah!  Não você me convidou apenas para um café um simples e inocente café!  Não senti outras intenções se não tomar um café em minha compania. O que me agradou muito.
- A mim também!
- O que?
- Você me agradou muito!E agora ainda mais dizendo tudo o que disse! Ainda quer saber onde eu moro!
- Não!
- Não!
- Eu gostaria de saber que livro esta lendo agora!
Ele sorriu!