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segunda-feira, 10 de junho de 2013

A sabedoria inocente de se ser moleque.

A vida tem regras! Ou nós criamos regras para viver! Ok! Tudo bem! E em determinado momento da vida nos achamos sintonizados com essas regras e alguns conceitos e por isso nos sentimos mais homens, mais adultos, mais sábios.  E como estou sendo repetitivo, propositalmente, a vida tem sempre um truque a mais para nos surpreender.
Dia desse indo para o trabalho a pé para aumentar a minha resistência e também poupar o planeta do combustível fóssil, eu ao atravessar uma avenida movimentada onde há uma pequena passarela para pedestres sob um rio que corta a cidade, me deparei com um tumulto. Pessoas de varias idades e sexo olhavam para o rio com o ar de uma tragédia.
Rapidamente me aproximei e olhei para baixo sob a ponte como todos estavam fazendo. E vi um pequeno cão, desesperado que havia caído no rio e tentava a todo custo cumprir o seu destino nessa vida, sobreviver.
Algumas pessoas que estavam ali tentava salvar o pequeno cão de modo digamos “inadequado”, jogando até mesmo uma corda na esperança que o cão se agarrasse a ela e enfim se salvar. Mas no desespero se esqueceram de que cão não tem mãos, para se agarrar a corda. Outros jogavam comida, alguns na faziam nada, e outro ligou para o bombeiro.
Mas eis que surge na pequena ponte um menino e seus companheiro indo para a escola ouvindo essas musicas irritantes em seus celulares, e ao ver o cão na margem caída do rio, olhou para a saída de um esgoto próxima a pequena ponte e rapidamente desceu até a imensa tubulação se apoiando a ela e chamou o pequeno cão, que rapidamente o atendeu se aproximou do menino e ele pode resgatar e solta-lo para a vida e a liberdade. O cão saiu saltitando feliz cheirando a tudo e a todos. O menino voltou para os seus amigos com aquela musica infernal e ambos o cão e menino olharam para todos nós com o ar de. Seus babacas porque não pensarão nisso antes.
Pois é! Em algumas situações em nossas vidas nos prendemos tanto ao problema que  nos esquecemos de ver tudo ao redor e sacar que pode haver uma solução simples e imediata. Basta estar despreocupado como o menino.


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Ulisses j. F. Sebrian


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Um dia especial....

Novos vizinhos se mudaram recentemente a duas casas distante da minha. É uma casa que não tem muito espaço e a  garagem  está unida com um pequeno passeio de entrada,  cobertas e expostos por um portão imenso de grade. A casa é pequena e não tem muito espaço  e essa família trouxe um cão ainda novo e crescendo. 

Esse cãozinho fica sempre na garagem dia e noite olhando a todos que passam pela frente da casa e sempre tentando alguma amizade como aquele que pelo menos olha para ele. E eu  passando ali para ir ao super mercado, comecei uma amizade com ele. É um cão inocente em sua tenra idade e que faz amizade fácil. É só passar ali e estalar os dedos que ele vem pula, te lambe e late e faz a festa.

A família não o quer dentro de casa e ali e fica o dia todo, colocaram um cobertor velho que ele já rasgou e parte ele usa como se fosse um fufy, um cobertorzinho que crianças abraçam quando dormem. Esse cachorrinho não tem um ursinho.

Ele está crescendo, e agora apreendeu a latir. Late para tudo, como que conversando com todos que passam, seja o pessoal do gás  ou do correio. Late também para as testemunhas de Jeovás e transeuntes habituais. Eu morro a três casa acima e acostumado com o seu latido dias desse eu estranhei o silêncio. Aquele cãozinho parou de latir. 

A rua continua com o seu movimento e por ser próximo do natal achei que esse silêncio se tratava pelo fato da família ter ido viajar e finalmente levaram o pequeno cão. Curioso passei enfrente da casa e vi o cão lá. 

Ele estava  deitado acuado encima de seu fufy, tristonho como só os cães e as crianças sabem expressar uma tristeza tão desalentadora num olhar que a gente sabe que é verdade. Estalei o dedo, chamei por ele e ele nada. Ficou ali quieto, triste. Então insisti e a porta se abriu rapidamente e  a dona da casa apareceu.  
- Olá, bom dia, eu moro ali naquela casa e passando aqui vi o cãozinho triste. Ele que está sempre alegre latindo e brincando com a gente...
- Ah, eu dei uma surra mele. Onde já se viu. Eu trouxe esses vasos de planta da casa de minha sogra e  foi só eu entrar para atender o telefone e ele cavacou todos os vasos e jogou terra por todos os lados. Esse piso frio é branco ficou preto. Peguei o chinelo e bati até ele saber que não pode mais fazer isso....Né Tupã, vai apanhar de novo se fizer isso.
Ela gritou para ele, olhando e estendendo a mão, ele coitado recuou com medo de apanhar novamente.
Então eu entendi tudo. Aquele cão que até então tinha só encontrado a alegria e o prazer de viver na vida, encontrou  uma atitude de dor e ira e ódio que até então ele não sabia que existia.

E deve ter sido um choque para ele, mais que a dor das chinelada em seu corpo pequeno, era o fato dele saber porque ele tava sofrendo toda aquela dor e a reprovação daquela senhora e sua rejeição, já que ele devia ter aquela senhora como parte de sua vida. Aquele cão não sabia o que era um vaso uma planta, terra no chão.

Para ele tudo era parte da vida, tudo para ser celebrado com as suas patas e focinho e latidos. Aquela senhora não era má, apenas queria aquela área limpa e bonita. E essas coisas acontecem com a gente também, quantas vezes não pensamos que estamos certo agindo errado e nem compreendemos que outro não vê o mundo igual a nós. 
- Mas ele não entende isso.- insisti.
- Chinelada todo mundo intende, sim. - disse ela. 
Bem conversamos sobre outras coisas e depois ela entrou dizendo que tinha que sair.
Eu  pretendia mostrar para Tupã que nem todos são iguais e fui pra casa peguei um bife grande e trouxe pra ele. Ele nem se aproximou, estava magoado mesmo. 

Então eu usei o velho truque de  fingir que tinha algo no colo, como um filhotinho e comecei a imitar, tentando, imitar um cãozinho chorando, desse recém nascidos. Tupã franziu os olhos e levantou as orelhas veio até mim, e ficou cheirando, eu então fiz um cafuné nele, e comecei a acaricia-lo. Passei algum tempo ali, dei o bife que ele comeu e no final da tarde ele já estava latindo novamente.

Agora eu preciso acariciar aquela senhora e ajudar ela não mais usar o chinelo com os cães. Vou comprar algumas plantas  para ela. 

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A eterna amizade com o nosso amigo o Cão.

Acabo de ler Criatividade, do grande Domenico de Masi, um livro fundamental com antídoto para a monotonia estressante do dia e dia e diga-se de passagens sem razão alguma ou função alguma.
Se trata de um livro fundamental para se entender como nos os seres humanos nos demos bem, aparentemente, nesse planeta. Domenico de Masi se aprofunda em todas as eras e mostra minuciosamente em nosso processo de evolução o quanto fizemos e ainda poderemos fazer para cada vez mais nos darmos bem nesse jogo da vida.

Pois-bem, não vou me aprofundar mas o importante  que tenho a realçar ,e que me chamou muito a atenção,  foi o que ele classificou de uma de nossas primeira e talvez importante invenção. O cão.
Sim, o velho e bom amigo cão. Segundo ele, talvez tenha sido o primeiro animal que domesticamos, mas não de forma forçossa, e sim atravez de um acordo.

No tempo de nossos antepassados, que são provados cientificamente, me perdoem o criacionistas que não tem prova alguma, ainda nas cavernas ou antes dela, a partir do momento que o homem começou a andar em bando e caçar  e se proteger uma ao lado do  outro como uma sociedade, chamou a atenção de uma espécie de lobo tão ancestral como os nossos antepassados e passaram a seguir o bando de homos e alimentarense do resto de suas caças, fornecendo em troca algum tipo de protecção contra outros predadores reinante na época, e até mesmo de outros homo.

E isso pelo simples fato de terem um olfato bem mais apurado do que o homo e por isso pode com uivos de alerta denunciar que alguma fera celebridade da época atacasse o bando ou uma prole recem nascida. E desse acordo, o cão foi evoluído juntamente conosco, se transformando nesses entes queridos que a gente tem certeza que fazem parte de nossa família ou convivemos com eles em outras vidas passadas.

Nós precisamos  apreender a olhar mais essas maravilhas da criação, o que muitos não entendem e por questões religiosas acham que Deus não seria maravilhoso e genial e criativo e supremo se usasse da evolução. Pois não há nada mais lindo do que uma ameba se transformar em uma estrela do mar: uma estrela do mar se transformar em uma estrela das novela das oito.
Os cães provam juntamente conosco e tudo o que está no mundo hoje, que houve um passado, uma transformação e com o tempo, milhões de anos, tudo foi diferente e será no futuro...

Amar.

  Amar.   - Meus parabéns. – Ele disse num sorriso sincero, segurando milhões de tonelada de um sentimento que lhe pertencia. - Ah, ob...

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