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sábado, 19 de abril de 2014

As vezes enxergamos um rato onde há um elefante e um elefante onde há um rato.


Ou seja enxergamos um probleminha onde há um problemão e um problemão onde há um probleminha.
No curso de nossa existência, ou essa nossa  vida encontrar-se em momentos de dificuldade é algo constante e natural pois não há como existirmos sem  algum conflito pessoal e social. Porque simplesmente vivemos em grupos, numa sociedade e não isolado em uma ilha. Precisamos sempre do outro, amamos sempre o outro, odiamos sempre o outro, brigamos sempre com o outro. O outro é parte nossa assim como somos parte do outro. Não há como existir de forma diferente. Tudo bem! Algumas pessoas se sentem desconfortável em relação ao outro, tentam se isolar em mundos íntimos, sem conversa e sem dialogo constante com os demais. Mas dificilmente  fica o tempo todo só.
Algum momento do seu dia precisara encontrar o outro ao menos para as suas necessidades básicas.  Comer, vestir, dirigir, ir ao médico, ir ao cinema, ter relação sexual, e mesmo que tenha essa relação intima consigo mesmo, estará pensando no outro. Portanto parte de nossos problemas será sempre o outro, assim como somos parte do problema do outro.  Exemplos simples como ;  Deixar uma meia na sala; Não abaixar a tampa da privada; Jogar lixo na rua; Passar em sinal fechado ou comprar drogas que alimenta o crime organizado; E  votar em políticos corruptos ou não si importar com o flagelo do demais.

http://migre.me/sH9YJ

E há também os nossos eu, como ser humano como existência. Estamos sempre querendo o melhor, o mais para nós ou às vezes um mínimo. Um mínimo de atenção, de amor, de carinho. Ou um salário mais digno, condições de trabalho , transporte e educação melhores . E tudo isso é natural. Somos assim e não vai mudar.  

E juntando o eu como o outro, estamos sempre querendo e querendo. E ai vem os nossos problemas.

Onde às vezes enxergamos um rato onde há um elefante, e um elefante onde há um rato.

Ou seja, fazemos de um probleminha um problemão e de um problemão um probleminha.

Queremos fugir às vezes de situações terríveis e dolorosas e vamos empurrando com a barriga, ignorando e se defendendo achando que não passa de um ratinho, de um probleminha. Por  medo, dor, e alguns casos preguiça e em outros casos, ignorância e falta de conhecimento de como resolver.  E esse ratinho, esse probleminha que enxergamos na verdade é um elefante que poderá nos esmagar.  E uma hora ou outra ele vai esmagar mesmo, é a sua natureza.

 E o contrário também é verdadeiro. Quando enxergamos um elefante quando há um rato apenas. Mas ai o perigo é maior, porque ao enxergarmos um elefante onde há um rato, e persistirmos nisso por anos, estaremos alimentando esse ratinho que poderá sim se transforma num imenso elefante, ou em alguns casos que já presenciei uma manada de elefante. E ai não sobreviverá ao seu ataque, e se sobrevivermos sairemos tão machucados e destroçados que o tempo talvez nos cure.

Em todos os casos, é preciso ser honesto consigno mesmo e ter um pouco de autoconhecimento. Conhecer os seus sentimentos e limites assim como o do outro. E encarar um elefante quando for um elefante e um rato quando for um rato.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Um caso com minha chefe - parte II Sempre se apreende uma nova jogada



- Vamos entre! Ela disse, com a voz mais segura e dominadora que já ecoaram em mim.Ela sabia o que queria e sabia que eu queria.
Entrei rapidamente. E ela sorriu. Botando a mão suavemente em minha coxa. Aquilo me excitou.
-Toma alguma coisa!
- Eu dispenso a bebida.
- Ótimo, eu também.

E fomos para um motel tradicional  ali na avenida Marginal Tiete.
Entramos no quarto e ela se sentou  com elegância na cama e começou a tirar os sapatos. Eu me abaixei e os tirei. Ela surpresa sorriu. Depois ficou me olhando demoradamente.
- Esse seu olhos são fogo.- Eu disse.
- Os seus também. Desde o primeiro dia não consigo esquece-los.
Ela se levantou e me beijou. Sentir a sua boca me nocaultiou e seus peitos esfregando no meu tórax não pude conter e então o meu pau endureceu e ela me afastou sorrindo.
- Você já está animado. Cuidado! não vá desanimar rapidamente.
-Eu me garanto.
- Se garante é!
Ela então tirou a sua blusa, subiu na cama e começou a se despir num estripe para mim. E quando fui tirar a minha camisa ela fez com o dedo para não tirar. Eu parei. Ela então desceu da cama nua e deliciosa aproximou-se de mim e me jogou na cama. Tirando a minha roupa.
-Espere eu preciso tomar um banho, trabalhei o dia todo.
- Não. - Ela disse.

E assim tirou a minha roupa, e me chupou. Me levando a loucura depois se pois encima de mim descendo lentamente ate a minha boca com a sua boceta cheirosa e me fez chupar.  Insasiavel ela me levou a  loucura fazendo um meia nove. Me segurando ao máximo para não gozar. Então ela com sua experiência, apertava a cabeça do meu pau, ele amolecia rapidamente e ela tornava a chupa-lo prolongando assim o meu orgasmo.

Ela então botou a camisinha passou um gel e começou a cavalgar sem parar. Dominadora, tirava de sua boceta e botava levemente em seu cuzinho. Mas para me provocar não deixar penetrar totalmente.
-Esse fica para a próxima vez. Ela dizia.
E naquela noite foi uma, duas, quando chegou na terceira ela me olhou interrompendo cruelmente o coito dizendo para tomarmos um banho e ir embora.
- Não espere.
-Não, não, não quem manda aqui sou. Agora vá toma um banho.
Ela tomou o seu banho e eu também. E  nós trocamos.
- Eu posso fazer uma pergunta!
- Faça.
- O que você viu em mim? Eu sou só um segurança!
- Eu não acredito que você tá fazendo essa pergunta.
- Porque?
- Porque? Qual o problema de você ser um segurança? Você é gostos, tem uma pica deliciosa, sabe fazer. Eu vi isso quando te vi.
- Mas você é chefe lá dentro.
-Para com isso! Somos gente.
- Eu confesso que nunca pensei que você fosse me dar...
- Eu sabia que teria você desde o primeiro dia que te vi.
- MAs eu sou casado...
- Eu sei, por isso te escolhi também. Ai não tem problema.Você não arriscaria o seu casamento contando por ai o que aconteceu aqui.
- Claro que não.
- Seria um problema para você. Mesmo porque! Eu não vou assumir nada!
- Mas...
- Mas é só sexo. Certo.
-Certo.
- Então vamos embora.

Fomos embora, e nos encontramos mais vezes. E todas as vezes era aquela loucura, ela sempre me dominando e me deixando mais excitado do que nunca. Até que um dia ela não apareceu mais. Então fui me informa sobre ela, discretamente. E fiquei sabendo que ela havia sido transferida para uma outra unidade da empresa em Manaus. E que ela sabia que essa vaga seria sua  há três meses.  Ela sabia exatamente o que estava fazendo, calculou tudo. É aprendi mais uma jogada.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lara Eu ainda não acredito...- Parte Final.

-Você não disse se é casada!- perguntei em um desespero que não pude controlar.
Ela sorriu.
- Porque pergunta!
Eu fiquei perdido.
- Curiosidade ! - menti.
-Sou sim. Com o capitão do navio de cruzeiro que  eu perdi.
- Mas...
- Mas, você é muito jovem pra saber essas coisas de pessoas mais experientes. Espere chegar o seu momento.
- Acho que chegou!
- Como!
- Lara! Eu to parado na sua! Acho que me apaixonei! - Eu sabia de onde exatamente vinha tanta vontade de lhe dizer o que eu disse. Vinha de alguma coisa de dentro de mim que mudou a cada esfregada de pele que Lara me dava. - É sim! E é paixão de primeira, primeira vista. http://migre.me/sHeNT
Lara olhou para o céu sorrindo, como se comungasse com o cosmos e feito uma Deusa me olhou com certo cuidado.
- Ouça isso é coisa do momento!
-Não, não é e eu sinto!
- Vai passar!
- Mas Lara!
- Eu não posso te dar mais nada do que sexo, meu querido. Tenho filhos de sua idade, um marido nada fácil e amigos hipócritas. Por isso, vamos deixar essa noite aqui, nessa casa. E amanhã quando formos embora, tudo vai ter passado. Apenas uma noite de inverno passado. No passado. Certo. Acho que vou dormir.
- Mas espera!
- Boa noite!
Ela se foi, Breno apareceu e eu disse que Lara estava cansada e foi dormir. Breno se decepcionou, estava com gás todo.
- Cara que mulher é essa!- Ele me disse.
- É...
- Bem já que a festa acabou eu vou dormir. Que pena! A manhã agente volta! Eu ficaria com ela toda a noite, até amanhecer. Nunca me aconteceu isso..
- É.
http://migre.me/sHesy

Breno foi dormir, e eu fiquei na noite e pela primeira vez em minha vida aquela ida de Lara, me deixando só me deu uma dor que não puder entender. Um vazio, que me custou toda a noite até o amanhecer.  E naquela manhã como se aquela noite na tivesse acontecido. Lara apareceu e  sorriu um bom dia a todos.  Um olá meninos, tomou um café que Breno fez, pegou as suas malas e com um beijo na testa de cada um de nós tomou o rumo do portão e pegou o Táxi. Eu olhei para o mar então e entendia aquela imensidão toda. Era o vazio que eu estava sentindo.

Voltamos para Sampa, após embrulhar o barco do pai do Breno. E por alguns dias e semanas eu toda a noite encontrava a solidão toda vez que pensava em Lara. Sai com outras meninas, e com o tempo Lara saiu de meus pensamentos. Ela tinha razão aquilo que senti  por ela passou. Comecei a namorar. Mas quando um dia meses depois no shopping eu deparei com Lara novamente. Tão linda e sensual como aquela noite. Ela fingiu que não me viu, eu fingi que não a vi. Mas na verdade eu lamentei. Lamentei tê-la deixado escapar. Eu não acredito. Lara eu ainda não acredito que te perdi.

Lara Eu ainda não acredito!- Parte-III

Fiquei enraivecido ao ver Lara beijar Breno, e ao mesmo tempo em que tive vontade de socar aquele cara.  Eu fiquei parado no olhar dela. É que ela me olhava com sensualidade, como que me desafiando ao mesmo tempo em que beijava o Breno. http://migre.me/sHesy
Então me acalmei, ao ver o seu olhar, e comecei a ficar empolgado com a cena. Ela sacou e estendendo a mão, fez sinal para eu me aproximar, me chamou na cara e coragem para participar daquela beija e beija sem parar. Eu resisti. Pô! Dividir uma mulher com o Breno! Nem pensar!
Mas o olhar de Lara!
Eu não pude acreditar no que estava fazendo. Quando eu puder perceber, estava beijando a mão de Lara. Breno espantou-se parou de beijar Lara e me olhou.
- Cara. – Ele disse apenas...
- Calma meninos. Eu dou conta dos dois! – Disse Lara dona da situação e me puxando pelo braço.
- É que nunca fiz isso... – disse Breno.
Eu, nem pude resistir.
- Sempre há uma primeira vez! – Disse Lara Beijando Breno.  Depois ela me beijou.
Não pudemos resistir. A coisa começou esquentar. Lara tinha o dom de Beijar um e acariciar o outro. E então depois de tanto beijos ela tirou a parte de cima de seu biquíni, mostrando os seus peitos magníficos e foi quando eu respirei fundo. Breno parecia um caça a jacto, não parava de chupa-los. Aquele safado quietinho tinha um fôlego!
Rapidamente, ela tirou a parte de baixo do biquíni. O seu perfil mostrava as suas curvas s sinuosas e perfeitas. Uma bunda lisa e bronzeada que me deixou fora de si. Comecei a beija-la. Enquanto Breno, que cara chato, beijava a parte da frente. Depois invertemos e foi ai que eu que nunca tinha ficado com uma mulher mais velha, vi o quanto Lara era especial.
A sua menininha estava tão excitada quanto o meu menininho. Trazia um cheiro excitante, num triângulo perfeito mostrando acima um abdômen liso e sensual.  E  coxas torneadas e enlouquecedoras. Fui subindo aquele corpo com beijos demorados, até chegar a sua boca, passando pelos magníficos seios. E o que eu queria mesmo era ter aquela menininha só para mim, sentir o seu sabor, o calor quente e o mundo magico e divino do orgasmo.
E então toquei levemente tentando entrar, foi então que ela segurou o meu menininho com a mão e sorrindo me beijando em seguida pediu para que botássemos a camisinha. Ia começar a festa.
Enquanto Breno foi pegar as camisinhas, ela tirou a minha roupa e começou a me beijar. Descendo como uma mestra até o meu menininho e então... Ah! O paraíso existe.
O chato do Breno apareceu rapidamente com as camisinhas querendo do mesmo e Lara magistralmente, soube dar conta dos dois. Por um momento Breno deixou de existir toda vez que ela me tocava com a sua boca maravilhosa, eu fechava os olhos e delirava. Depois sentia  os sussurros de Breno. –  Ninguém merece.
Lara então num ato de quem domina a todos ali, me deitou no chão colocou a camisinha e então me fez sentir o seus lábios quentes penetrando em meu pau. Ela então com habilidade começou a me cavalgar, mostrando os seu corpo em sintonia com o meu, deslumbrando-me com os seus seios  hipnotizante. Ao mesmo tempo ia chupando o pau de Breno.
Depois foi a vez de Breno ser cavalgada por ela e ela me chupar.
Fizemos várias outras posições, e por fim com a insaciável vontade Lara, explodiu em gozo, deixando eu e o Breno um pouco assustados. Lara gritou, e contraiu a sua vagina no meu pau e mordeu o pau de Breno. Mas nem percebemos, gozamos também.
A noite veio e não pudemos resistir a Lara. Comemos alguma coisa, bebemos, tomamos banho de piscina. Mas Lara vinha de hora em hora, nos atacar e dominar e fazer de nós o que lhe desse na cabeça.
Estávamos dominados por aquele momento de sexo e respiração e orgasmo e fascinação por um corpo de uma mulher tão especial.
E foi ai que eu comecei a ficar incomodado com a situação. É que não terceira transa. Lara começou a parecer só minha. Aquele seu corpo o seu poder de dominar a situação a sua certeza como mulher, me pareceu ser só meu e não queria mais dividir com ninguém nem mesmo com o meu melhor amigo Breno.
Aproveitei um momento em que Breno foi ao banheiro e comecei a tocar Lara. Estávamos sob uma noite fria num céu estrelado que só pode ser visto na praia, e sentados nus nas  espreguiçadeiras a beira da piscina. Era já um momento romântico e naquela pausa dramática onde um olhava para o outro, eu comecei a conversar com ela.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Lara! Eu ainda não acredito - parte II

Ao chegar a Guarujá, fomos para a casa do Breno. - imensa de três andares e toda de vidro com vista para o mar.. Não é preciso dizer que Lara se deslumbrou. Mas o seu olhar nunca sai da minha mira. E de minuto a minuto se cruzava com o dela que logo sorria levemente. Breno estava mais preocupado em embrulhar o barco de seu pai. Que coisa! E eu sinceramente, estava preocupado em desembrulhar Lara. Cada gesto seu acendia um desejo forte, um tesão quase incontrolável. Mas fui me controlando.

Ai papo vem papo vai, eu ousei e oferecia bebida a ela. O bar da casa tinha de tudo de cerveja a uísque e até bebidas exóticas. Bem ofereci de imediato um dry Martine o único drink que sei fazer.
E ela aceitou.
Bebemos e o sorriso e olhar ia e vinham. Lara parecia dona da jogada eu podia ver nos olhos dela que ela sabia que há qualquer momento ela poderia me ter. E era verdade!
Breno então apareceu falando pra gente ir comer algo num restaurante próximo.

Lara disse que queria tomar um banho! E me olhou insinuando o seu desejo, agradeceu o drink e foi para o seu banho. Eu quase fui atrás, mas o Breno insistiu pra gente ir comer algo. ! Comer algo! Como a Lara ali! Eu não acreditei!
Mas pensei na jogada de Lara e achei melhor ir com o Breno. E não deixar Lara pensar que ela estava dominando aquele jogo de sedução. Durante todo o almoço eu só pensava em Lara. A imaginando tomando banho, e... A comida não descia. Bebi pouco comi pouco.
E quando voltamos Lara estava tomando sol na piscina da casa. De biquíni que revelava todo o seu sensual corpo e séria como se agente nem estivesse ali.

E Pela primeira vez eu vi Breno de boca aberta por ela. Quase quis esmurra-lo. Mas ele percebeu que ela era minha e se retirou. Fiquei ali a olhando, devorando com os meus olhos sem parar. E ela imóvel debaixo do ombrelone, de óculos escuros como se estivesse dormindo. Tenho certeza de que ela sabia que eu estava parado na dela.
Então ela se levantou, levantou os seus óculos, me olhou e se jogou na piscina. Depois nadou um pouco e me olhou novamente sorrindo.
-Vem cá pula na piscina!
Eu tirei a camiseta e pulei de bermuda e tudo. E ali agente se daria bem. Mas assim que eu pulei na piscina ela saiu, tomou a toalha olhou para mim com seu sorriso e desdém e foi para dentro da casa. 

Ela se vingou!

Fiquei na piscina como um idiota, sem palavras e sem ação. Quando entrei pra casa minutos depois, eu não pude acreditar no que vi. Lara  e o Breno se beijando demoradamente bem enfrente ao bar....A meu Deus aquilo não era possível!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Lara, eu ainda não acredito. -parte I

Era um sábado terrível de frio e eu dirigindo na Imigrante ao som de Gita, e Breno tentando cantarolar. Levávamos também no carro 55 metros de plástico bola para enrolar um pequeno barco do pai de Breno ancorado num piar em Guaruja. Pretendíamos voltar ainda a tarde para ir numa outra festa. A Serra do mar  estava fria e úmida , nem parecia que íamos para a praia. A Rodovia  dos  Imigrantes estava bastante vazia nesses dias mornos. E antes mesmo de entrar de vez na Imigrantes, eu vi um carro  preto parado no encostamento onde duas lindas pernas torneadas não importando-se com o frio vestida por uma mini saia e de salto, pareciam pedir ajuda. O capô do carro estava levantado fumaça  e ninguém pra parar.

- É golpe de ladrão . S- disse logo Breno. - E  era  golpe mesmo. Mas o que realmente pensar de imediato ao ver aquela mulherzona gostosa dando sopa? Ninguém parava, ninguém parou. Imediatamente pelo retrovisor eu vi o socorro aparecer.Então estacionei o meu corsa e fiquei olhando. Breno bufou, mas aquela mulher mexeu comigo de imediato. Não pude resistir. Eu a observava pelo retrovisor gesticular com os dois mecânicos, depois ela tomou o celular e ligou para alguém. Percebi  que  ficou triste enquanto aqueles mecânicos preparavam-se para guinchar o carro. Então subitamente eu dei ré, e para espanto de Breno, daquela mulher e dos dois mecânicos e de mim próprio, aproximei desci do carro e perguntei se ela queria uma carona.

E então pude ver  o quanto aquela  mulher que era  linda em seus trinta e nove anos,  com aquele ar de mulher que não se pode resistir, qualquer coisa de e perigosa, carinhosa, sei-la.
Ela seria uma louca se aceitasse a carona de dois moleque. Mas aceitou. Ela disse que iam tomar uma navio, um cruzeiro para o nordeste. Ualll. Pegou a malas, o segurou do carro estava cobrindo tudo e pronto, já estavamos indo para Santos. Guaruja fica próximo de Santos, um pequeno desvio de percurso, mas tudo bem. Lá estávamos nós. E santo, santo, santo... quando ela sentou no banco de trás, porque Breno se recusou a ceder o banco pra ela, e de pernas juntas me fazia perder, só de olhar para aquelas maravilhas . Como agente gosta de carne, de provocação, de insinuação... Mas tudo nela parecia natural, nada planejado...

- Vocês são uns anjos..- disse ela de primeiro, e reclamou de que tudo naquele dia estava dando errado para ela. Eu me perguntei como poderia tudo dar errado em sua vida ... Ela disse que tinha dois filhos de nossas idade e que... Filho, pô, eu lá queria saber de filho dela...E que o seu marido era capitão do transatlantico Valentine.- Pô que nome de navio... E coisa e tal. Ela disse o seu nome, Lara, nos apresentamos então, e cada vez mais deliciosa, ela então perguntou o que iríamos fazer na praia com aquele frio...

Não eu não deixei Breno dizer que iríamos embrulhar um barco com plástico bola... E fui logo dizendo que iríamos encontrar uma turma que estava numa casa no Guarujá. Ela sorriu, percebeu que eu estava mentindo. E quando chegamos a Santos, vi o imenso transatlantico e fiquei surpreso, mas Lara em meus olhos conseguia diminuir aquela grandiosidade.

- Merda... disse ela, Não era aquele o navio. Lara havia perdido e ainda não entendia o porque o seu Marido partiu sem ela, já que ela havia dito pelo celular para ele esperar que ela chegaria nem que fosse a pé... Para mim, derrepente o verão se instalou e já que ela havia perdido a viagem sugeri que ela fosse com a gente para Guarujá...-Temos um barco pra embrulhar, foi ai que Breno abriu a sua boca e para minha surpresa Lara disse, tudo bem...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A Enfermeira Helga.

Acho que todos já ouviram falar do caso da enfermeira Helga. Uma senhora de cinquenta e poucos anos, vinda do sul e acusada de ajudar meninas a fazerem abortos. Helga ficou famosa porque uma menina de 16 anos morreu em suas mão fazendo o aborto, isso virou noticia há alguns anos e prato cheio para jornais sensacionalistas e programas de TV sem criatividade que fazem de tudo, de tudo mesmo para ganhar alguns pontinhos de audiência.


Pois bem! Considerações aparte, um dia eu dei de frente com Helga num elevador num edifício da Berini, e reconheci rapidamente o seu rosto. Na época dos fatos eu estava pensando em procurar algum especialista nessa área, pois eu tinha uma amante que suspeitou que estava gravida e como sou casado com dois filhos achei que seria uma saída pra roubada que eu havia me metido. Claro, que a gente só pensa no nosso rabo numa situação dessa. 

Não pensei  na minha amante, o possível bebe. Eles  estavam atrás, bem atrás do medo que eu tinha diante da situação de minha mulher oficial vier a saber. Mas resumindo o fato é que minha amante se enganou, não estava grávida e como eu não havia sugerido aborto nem abandona-lá ela me garantiu que foi apenas um teste para saber até onde ia o meu cara ter. Por mais paradoxo que isso possa ser. Mas ai aliviado eu disse que cuidaria da criança e dela desde que fosse em sigilo. 

Ela sabia que eu tenho esposa e outros filhos. E ficou feliz. Um ano depois eu terminei com ela, alegando que não tinha mais sentimento, tesão por ela. Ela chorou, argumentou e coisa e tal, e no fim sendo mais nova do que eu, aceitou o fato e hoje namora e está pra casar.


Mas toda essa história me fez pensar em minha vida, sem moralismo ou crise de consciência, eu percebi que aquela situação havia disparado um apito de emergência e que eu poderia me dar mal. A minha amante é mais nova 20 anos,acharia outro como achou e me trocaria sem pensar.


A minha esposa e meus filhos já não estariam mais  em meu dia a dia e eu certamente estaria sozinho, ou procurando outra pessoa e novas emoções e problemas. Não, não era pra mim.
Estou mais feliz com a minha vida, não tenho amantes, apesar de dar uma escapadinha de vez em quando. Coisa que não consigo evitar. E acho que vou morrer assim.
Mas o que Helga tem a ver com isso?


É que eu simplesmente não consegui condena-la pelas acusações feita. A partir do momento que ela entrou no elevador, eu a cumprimentei. Comentamos algo sobre o frio que estava fazendo. O cheiro de café da recepção e depois como duas pessoas em seu dia a dia nos despedimos como duas pessoas adultas.


Eu poderia não ter olhado em sua cara, como ela deve ter experimentado de varias pessoas. O aborto é uma questão polêmica, são vidas em jogo tanto da mãe quanto do bebe. Meninas de 16, 17, 15 , anos vivem esse drama e acho que somente uma mulher seja ela a idade que tenha pode ter a dimensão do que é botar uma criança no mundo, e se não for casada  será  condenada a todo instante por isso. Nós homens fazemos e pronto, saímos sem complicação alguma. Para um mulher não. Ela sempre vai carregar consigo, o bebê se gerar e o aborto se o fizer. Helga talvez como eu tenha entendido essa dor das meninas, e por isso fez o que fez. Ela foi condenada, mas saiu por bom comportamento, fiquei sabendo tempos depois.
E apreendi que nós como sociedade devemos discutir esse assunto.
Sexo a maioria vai fazer mesmo.


O que precisamos é botar a responsabilidade também no homem, porque há centenas de mulheres que tem filhos e nem sabe o nome dos pai, ou evita. O estado nesse caso tem que intervir sim. E toda mãe que der a luz a uma criança tem que ter o pai por perto, seja amante, marido, namorado, ficante. E se não tiver o pai tem que achar e provar por meios de método do DNA e outros encontrar o pai e o fazer cumprir a sua missão de pai, já que ele também fez o filho.
Não podemos mais nos calar, ou apenas nos omitir.
Crianças ainda continuam nascendo de meninas e mulheres acuadas.