quinta-feira, 16 de outubro de 2014
terça-feira, 14 de outubro de 2014
A História e seus fatos curiosos: 10 fotos históricas da História Contemporânea
A História e seus fatos curiosos: 10 fotos históricas da História Contemporânea: A CINEASTA DE HITLER DATA DA FOTO: 1936. FOTÓGRAFO: Desconhecido. LOCAL: Alemanha. Leni Riefenstahl, a cineasta predileta d..
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domingo, 5 de outubro de 2014
domingo, 28 de setembro de 2014
Os sonhos, não são sonhos. São desejos guardados. São desejos que protegemos do mundo.
Do romance "O diário do amor e da felicidade", disponível aqui. http://migre.me/lXfxJ
Cap.1 – No
elevador...
Os
sonhos, não são sonhos. São desejos guardados. São desejos que protegemos do mundo.
Elisa, não encontrou razão alguma para sorrir naquela manhã. Olhou para
o infectologista, e apenas suspirou. Não poderia desaprovar toda e qualquer
esperança que encontrara até aquele momento de sua vida ou viesse encontrar. Esperança era o oxigênio que a alimentava dia
a dia.
- O tratamento está se mostrando eficiente em diminuir a
carga viral. - disse o médico.
- Já não sinto sintoma algum!
- Ótimo! Sua resistência já está há
de um adulto. Quando chegou aqui na primeira consulta, tinha a resistência de
um bebe.
- Uma sobrevida de qualidade? – bufou
ela.
- Há muitas pessoas convivendo muitos
e muitos anos com o HIV.
- Bem... Temos que ter esperanças.
Acreditar na vida, no dia a dia. – para Elisa era preciso acreditar em todas as
possibilidades.
-E quanto ao seu marido. Ele sabe que
está contaminado?
-Foi dele que herdei esse vírus. Já
te disse Dr. Somente dele.
- Sim claro. E por favor, me desculpa! Essa rotina de médico, muitos pacientes a
gente sempre se esquece de alguma conversa. E ele como está?
Elisa mostrou um ar de indiferença.
-Saiu de casa, me deixou com os
filhos e nossas doenças... Graças as Deus os meus filhos não foram
contaminados.
-Senhora Elisa, a doença em si não se
manifestou o que é muito bom!
-Não precisa dizer mais nada doutor.
Não tenho paciência, para falsas esperanças. A minha vida acabou de certa
maneira. Fui traída, fui contaminada e abandonada. Estou só nesse mundo e com
os filhos para criar. É o que me resta nessa vida. – era preciso desabafar. Às
vezes Elisa não suportava o peso de estar contaminada.
O infectologista, sabendo que o
tratamento com a medicação retroviral potencializava a sensação de impotente em
alguns paciente e depressão em outros.
- Dona Elisa não é assim tão
dramático, nem sem esperanças. A AIDS requer cuidados especiais, mas não é o
fim de todas as coisas e sentimentos em sua vida. A senhora pode ter uma vida
afetiva se quiser, tomando os cuidados.
- Ah! Doutor o senhor é médico e está
em seu papel. E além do mais mesmo que eu queira arrumar um companheiro futuro,
assim que souber que estou contaminada, me abandonará.
-Não é bem assim...
-Não é bem assim se eu estivesse
morta. Talvez lá no céu. Aqui é assim. O mundo é assim, as pessoas são assim.
Não as culpo, eu também teria medo. Mas
foda-se. Agora tenho que encontrar um emprego para terminar de criar os meus
filhos. Quero dar educação a eles. – Elisa respirou fundo, e meteu um sorriso
no rosto. – É a única coisa que me faz sentir viva. Os meus filhos... E por
eles é que vou lutar. Por meus filhos...
O infectologista sorriu ter um
objetivo uma causa dava mais força em viver e a incentivou quanto a isso.
Depois lhe deu a receita para retirar medicamento no posto de saúde. Ofereceu
um café, água e lhe explicou mais sobre outros sintomas que a medicação poderia
lhe causar e se despediriam desfazendo-se no tempo aquele momento.
Elisa ira vê-lo no próximo mês como se
tornou rotina nos últimos dois anos de sua vida. No começo tudo foi pesado
demais, deu-lhe medo terrível de morrer e deixar os filhos. Mas também morrer e
perder a vida a sua vida. Nunca mais viu Mauro o seu ex-marido. Ele a abandou
covardemente junto com a doença. Eram
tantas pedras em seu caminho que agora com a doença mais estável podia olhar
para trás e ver que tirou uma a uma. Lutou mesmo que na solidão no desprezo e
afastamento de muitos parente e amigos ao saberem de sua doença.
“Apreendi o que é preconceito, tive
os meus também e como é horrível para quem sofre” – pensou. Mas a vida estava
ali, a sua frente a todo instante. Respirou fundo deixou o consultório e tomou
o elevador.
Ao tomar o elevador Elisa sentiu
vontade de chorar, mas lágrimas não iriam resolver os seus problemas, nunca
resolveram. Ganhou uma tragédia em sua
vida, sem ter buscado por ela, apenas confiou no marido. Mas fazer o que? Então ouviu uma voz.
- Em que andar vai?
Elisa olhou para o lado e viu um
homem acuado ao canto, com um sorriso inesperado e que lhe causou um sorriso
também.
-Ah, me desculpa, eu estava divagando
com os meus pensamentos e nem percebi que tenho que apertar o botão.
- Isso já me aconteceu. – disse o
homem cordialmente.
Elisa sorriu e apertou o botão do
térreo.
Depois o silêncio ao lado de um
estranho e a sós dentro daquele elevador. E conforme os andares iam passando o
silêncio aumentava.
Até que no sétimo andar indo para o
sexto o elevador deu um tranco e depois parou... As luzes piscaram... Acenderam
e apagaram e ascenderam novamente.
Um olhou para o outro.
- O meu Deus? – disse Elisa.
- Calma! - disse o homem com segurança.
- Calma! O elevador parou!
- Tem um telefone de emergência. –
disse o Homem e tomou o telefone. - Falou com a portaria e depois olhou para
Elisa. – O porteiro foi avisado e foi
buscar o técnico de segurança.
-Eu tenho que pegar os meus filhos na
escola. Isso não podia ter acontecido.
-Vai ser rápido. Não se preocupe.
-Desculpa a minha aflição.
-Tudo bem. Há dias em nossas vidas
que não dá para controlar mesmo.
- É verdade.
Um silêncio contínuo e perceberam que
seus olhares cruzavam vez por outra.
-Acabei de me demitir. – disse Ele,
quebrando o silêncio.
Elisa se surpreendeu.
-Puxa! Que chato.
-Pode ser, mas eu estava com saco
cheio já mesmo. E na vida às vezes é bom chutar tudo para o alto.
Ela sorriu
-Eu to com vontade de fazer isso faz
tempo.
-Apertar o botão?
-Qual botão? – Elisa olhou para o
painel a sua frente.
-O botão do Foda-se tudo.
Elisa sorriu...
-Desculpa o palavrão, mas não
encontrei outra palavra...
-É isso mesmo. Tenho vontade de
apertar esse botão...
-Prazer meu nome é Elias.
-Elisa.
Os seus olhos se apresentaram.
Do romance "O diário do amor e da felicidade", disponível aqui. http://migre.me/lXfxJ
domingo, 31 de agosto de 2014
A menina na janela.
Mãe e filha sempre se entendem?
A menina na janela.
Beatriz subitamente naquela tarde se cansou do Whatsapp, do Twitter e do Face Book . Respirou fundo dos seus quinze anos, jogou o celular no sofá foi até a geladeira e correu os olhos tentando escolher algo tentador para saciar aquela súbita vontade de não fazer nada. Respirou fundo, olhou pela casa, ligou e desligou a tv e sensação de não fazer nada insistia, persistia, resistia.
A menina na janela.
Beatriz subitamente naquela tarde se cansou do Whatsapp, do Twitter e do Face Book . Respirou fundo dos seus quinze anos, jogou o celular no sofá foi até a geladeira e correu os olhos tentando escolher algo tentador para saciar aquela súbita vontade de não fazer nada. Respirou fundo, olhou pela casa, ligou e desligou a tv e sensação de não fazer nada insistia, persistia, resistia.
- Que saco! – bufou entediada como todos nessa
idade.
E se aproximou da janela de seu quarto, se encostou
com descontração e preguiça no parapeito da janela, cruzou os braços e se
apoiou neles vendo do alto do sexto andar, o horizonte da cidade.
- Nossa como essa cidade é grande! – disse como se
nunca estivesse visto a cidade.
Alias não se lembrava de ter visto a cidade, mas se
lembrou que um dia quando morava numa casa e não em um apartamento, se pois na
janela, como agora, e ficou olhando o tempo, as pessoas e os acontecimentos.
Ainda tinha seis ou sete anos, não se lembra, mas foi bom demais se reencontrar
com a sua infância naquele momento. Beatriz sorriu.
- To ficando tonta mesmo! – disse se esticando
nesse momento. Um momento prazeroso de
um reencontro com a um momento de sua vida, a sua vida e de mais ninguém.
E nesse momento de encontros com sua própria existência,
lhe veio no pensamento às velhas perguntadas que se fez debruçada na janela da
casa onde morou.
Beatriz aos seis ou sete anos, não sabia muito da
vida. Por isso perguntava muito. Viu um homem passar, e se perguntou para onde
ele ia depois que passava pela frente de sua casa? Talvez ele vá para a casa
dele, igual a sua com uma janela e talvez uma filha que fica olhando pela janela
e perguntando para onde vão as pessoas que passam por ali. Então Beatriz concluiu que tudo passava, mas
precisava confirmar com sua mãe. E da
janela gritou para sua mãe.
- Mãe tudo passa!
Sua mãe que estava no sofá olhando as descobertas
da filha, sorriu.
- Tudo passa Beatriz.
- E depois que passa para onde vai?
A sua mãe se surpreendeu.
- Para onde tem que ir.
- O trem passa e vai para a estação, o homem passa
e vai para a casa dele, o carro passa e vai para a garagem...
- É assim mesmo!
Beatriz então ficou contente com a sua descoberta, e
ficou o resto da tarde olhando tudo passar. Foi um momento só seu e grande que
lhe marcou e Beatriz pode trazer e se lembrar desse momento, agora as quinze
anos.
E do encosto de sua janela, observou que tudo
passa e passa mesmo. E depois que passa não se sabe ao certo para onde vai. Só
se sabe que a gente passa, mas momentos como aquele nunca passa, fica para
sempre é só se lembrar e deixar passar.
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domingo, 27 de julho de 2014
Um trecho do romance "Que reze a vida" .
Cap.
5
Descer também não era fácil, mas era a
melhor opção. Saíram em direção oposta do veículo. Atílio tomou Rogério ao
ombro novamente e com o peso da mochila e das armas quase não suportou.
Cuidadosamente foi colocando pé até pé em local solido e quando possível
segurando-se na vegetação. E essa vegetação era um apoio. Toda a serra da
Bodoquena é remanescente da mata atlântica, portanto uma mata densa, forrada de
arbustos e folhagens entre árvores grandes e outras tentando crescer, o que
facilitava Atílio carregar Rogério, vez por outra se apoiando nos troncos de
algumas árvores.
A
menina ia atrás com a lanterna tão calada que Atílio com dificuldade se virava
para ver se ela o seguia. Era claro que todos queriam sobreviver ao acidente.
E
com toda a dificuldade iam conseguindo chegar ao solo da floresta.
Rogério
então acordou e se viu nos ombros daquele sequestrador maldito. Viu que estava
sem as armas e tentou entender porque aquele sequestrador o carregava e já que estava
sendo apoiado por ele aproveitou e apoiando-se firme com a perna esquerda,
puxou o pescoço de Atílio e lhe deu uma gravata.
-
O que esta fazendo. Pare com isso. – disse sufocando Atílio pego de
surpresa. E para tirar o braço forte de
Rogério de seu pescoço soltou a mão das árvores. Rogério perdeu o equilíbrio e
ao cair puxou Atílio consigo e ambos rolaram entre a vegetação e ajuntados pela
força da queda.
Caíram
sobre pedras desconfortáveis, acertando um e outro com dores nas costas e na
cabeça. E mesmo assim Rogério insistia em segurar
o pescoço de Atílio, o colete aprova de balas ajudou a amortecer a queda de
Rogério e exerceu sobre Atílio mais peso.
-
Você quer acabar comigo? Quer! Mas não vai... – gritou Rogério.
Atílio
então para se salvar apertou a fratura de Rogério causando-lhe imensa dor e
este o soltou. Atílio poi-se em pé, ajeitou a sua mochila e as armar, enquanto
Rogério gritava de dor.
A
menina apareceu logo em seguida correndo com a lanterna acessa, e minutos
depois a alguns metros dali onde estavam caídos o veículo despencou ladeira
abaixo indo e indo, removendo matas e por fim desapareceu causando um silêncio
a todos.
-
Você quer um analgésico? – perguntou Atílio a Rogério ainda deitado sobre as
pedras.
Rogério
que entendeu que Atílio havia salvado a todos aceitou.
-
Tá doendo muito. – disse.
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domingo, 27 de abril de 2014
Naquela tarde no shopping...
Naquela tarde no shopping...
Ele estava distraído olhando o nada, pensava no
carro para arrumar, no cheque para ser descontado, numa coisa qualquer. Era a
sua folga, e estava ali apenas para dar uma volta um descanso nas coisas do dia
a dia.
Ela estava apresada para voltar do almoço, foi
comprar um presente para o aniversário da amiga. E teria que comer alguma coisa. Não tinha
tempo para mais nada em sua vida. E foi
pelo shopping atrás de uma comida rápida e barata.
Ele que olhava para o nada, viu a sua presa.
Ela nem o viu.
Ele viu as suas pernas, depois os seus braços
suavemente deslizando mesmo com algumas compras em mãos.
Ela olhou para o seu relógio e demonstrou
preocupação com a hora que ia passando.
Ele viu que mesmo quando o seu rosto parecia aflito
mantinha-se suave e lindo. Sentiu
vontade de ouvir a sua voz. Como seria a sua voz?
Ela se aproximou de uma comida rápida, e pediu um
MIX. Hambúrguer, bacons, tomate, ovo, e contra filé na manteiga com pão francês
e um guaraná Antártica para beber.
Ele gostou do que viu, ela parecia não temer nada
nem mesmo uma alimentação daquelas. E ao se sentar esperando o seu lanche, ele
a viu elegante e feminina, como nunca havia reparado em mulher alguma.
Ela, cuidadosamente pegou o sanduíche e deu uma
leve mordida.
Ele sorriu.
Ela tomou o guaraná e enxugou o canto da boca com o
guardanapo.
Centena de mulheres já havia feito o mesmo, mas
nunca alguém que havia o encantado como ela.
Ela olhou para o seu relógio novamente, não daria
para terminar de comer. Levantou-se.
Ele ficou triste.
Ela então olhou para ele.
Ele mostrou em seus olhos
O que ela entendeu logo ser seu também.
Amor à primeira vista.
Ela sorriu
Ele se aproximou.
Oi meu nome é Claudio.
Oi o meu é Beatriz.
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